sábado, 1 de outubro de 2011

AVENTURE-SE

Há períodos em que a aventura exige mais esforço e é motivada

pela decisão de mudar alguma coisa. Talvez vocês cheguem juntos à essa conclusão; conclusão; contudo, o mais provável é que um de vocês a perceba primeiro. Não importa.

Mas e se nenhum de vocês até hoje percebeu? Se na maior parte do tempo sentem-se com sua vida sexual confortável e íntima, por que experimentar a aventura? Simples. Porque diversão é uma necessidade básica do desejo duradouro. Sem isso, o sexo pode ficar muito sério e nada sexy, ou então pouco inspirado e sem energia. O importante é que vocês podem ir tão longe quanto se sentirem à vontade, e num rítmo confortãvel para ambos.

Já deu para notar que o assunto esbarra numa série de tabus? É inevitável. Então, vamos em frente.

Por onde começar? Eis uma questão difícil de responder em termos genéricos, pois depende muito do casal. Mesmo entre vocês, certamente há diferenças de apetite, confiança e entusiasmo, dependendo de como foram criados, de seus valores morais, de como se relacionam com a sexualidade etc. Alguns novos artifícios que parecem excitantes para você ameaçadores ou bobos para seu parceiro e vice-versa. Não há receitas para as experiências, mas existem níveis de risco, e só vocês podem descobrir o que funciona, o que não funciona, o que gostam de imaginar, mas não tem a menor intenção de experimentar.

De modo geral, quase todas as aventuras exigem coragem, mas tem espírito de diversão e não são perigosas. Elas podem ser reveladoras, esclarecedoras, escandalosas, sedutoras, eróticas, insólitas ou teatrais. O pior que pode acontecer é você se sentir meio boba, ou não sentir nada. Vocês se conhecerão melhor depois de uma experiência e isso pode levar o relacionamento a um novo patamar, antes do próximo movimento corajoso.


Fonte: SEXO NO CASAMENTO - Dez segredos para manter viva a atração - Pamela Lister


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