segunda-feira, 30 de julho de 2012

Namorados + Velhos x Namorados + Novos

A idade do namorado

Elas contam por que a diferença de gerações
entre homens e mulheres pode
tornar um
relacionamento muito interessante

Guto Seixas
ELA GOSTA DE HOMENS MAIS VELHOS
A carioca Roberta Limmer: paixão por um homem 22 anos mais velho

Pergunte a qualquer homem sobre o que é namorar uma mulher mais nova e ele vai discorrer sobre o deleite da pele jovem, a exuberância das coxas durinhas e a importância de ter ao lado alguém cheio de vida. Se a situação é inversa, e ele namorar uma mulher mais velha, suas razões para o romance ganham cunho menos leviano. Ele cita a experiência, a estabilidade financeira e a tranqüilidade de estar ao lado de uma mulher madura. Mas o que elas levam em conta quando estão diante da discussão entre virtudes (e defeitos) associadas à idade do namorado? Pois saiba: homens e mulheres querem exatamente as mesmas coisas. Quando se trata de romance, os interesses de ambos os sexos são parecidíssimos. As mais velhas ficam estimuladas com o frescor dos anos a menos do parceiro. As mais novas admiram a segurança proporcionada por quem já alcançou seus objetivos. A diferença é que, para as mulheres, assumir relações em que existe um abismo na idade ainda é uma questão delicada. "A garota com o velho é tida como interesseira. A cinqüentona com o novinho é malvista. Socialmente, há uma torcida contra. Puro preconceito", afirma a sexóloga paulista Maria Cristina Martins.
Pelo menos no que diz respeito às que estão na meia-idade, sobrancelhas franzidas parecem não assustar mais. Não é possível mensurar estatisticamente, mas a impressão é que aumentou o número de mulheres que caem de encantos por jovens rapazes – ou que pelo menos assumem o fato. Uma das razões pode ser a impressionante mudança que se processou no comportamento feminino de quem entrou na casa dos "enta". Instalou-se um gritante descompasso entre a idade cronológica e a disposição física, psicológica e emocional dessas mulheres. A quarentona de hoje está longe do estereótipo daquela de anos atrás. Como está mais bem-cuidada, disposta e interessante, ela passou a procurar companheiros que acompanhem seu ritmo. "Eu não imagino minha vida vendo filme no sábado à noite, como fazem os casais de minha idade. Meu negócio é emendar restaurante com boate e ainda viajar no domingo", afirma a secretária executiva Vera Lúcia Martins, 33 anos. Há cinco meses ela namora o analista de sistemas Edgar Menezes, quase dez anos mais moço. "Sou fascinada pela disponibilidade de inventar programas e topar qualquer coisa. A disposição dele me enche de energia", diz. Na trilha do companheiro, elas passam a viajar mais, a fazer mais esporte, a freqüentar mais festas – isso para ficar só no campo dos programas a dois. A busca do desempenho sexual satisfatório também entra na contabilidade das mulheres que optam por um homem mais novo. "Ele é muito criativo, não é nada conservador", conta Vera. O fato é que o otimismo juvenil eleva a auto-estima feminina. "Um namorado novo faz com que a mulher se lembre de que ela ainda é atraente, que a sensualidade não foi embora com a idade", diz a psicóloga Maria Tereza Maldonado, autora de 25 livros sobre relacionamentos.


Claudio Rossi
ELA GOSTA DE HOMENS MAIS JOVENS
A paulista Vera Martins: namorado jovem catapultou sua auto-estima

A situação inversa se dá quando elas é que são as mais novas. Um quarentão desfilando com uma gatinha ainda é algo que provoca uma maliciosa compreensão do resto da humanidade. Há uma expectativa de que esse tipo de romance dure mais que o da mulher mais velha com o jovem, por ser uma situação que foi muito comum anos atrás. No entanto, o que atrai as garotas mais novas não é a possibilidade de ser sustentada pelo homem mais velho, e sim a tranqüilidade que um relacionamento maduro transmite, a oportunidade implícita de poder se dedicar aos próprios interesses sem se preocupar apenas com dinheiro. As cobranças também tendem a diminuir em um relacionamento em que o homem é mais maduro, mais experiente. Há um ano e meio a estilista carioca Roberta Limmer, de 29 anos, namora o gerente de operações Roberto Catalão, 51 anos. Antes de conhecê-lo, ela foi casada com um homem de sua faixa etária. "Ele tinha crises histéricas toda vez que eu precisava viajar a trabalho. Queria que eu largasse o emprego e o acompanhasse em todos os compromissos sociais", lembra. Acostumada com a insegurança do ex-marido, Roberta se encantou com a serenidade de Roberto. "Ele não só me entende como me estimula a me dedicar muito a minha carreira", afirma. De fato, ao lado de alguém estável financeiramente, o sucesso profissional deixa de ser uma necessidade e passa a ser um objetivo. "Torna-se uma busca de realização pessoal, sem a pressão para pagar as contas", comenta Eliana Helsinger, da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro. Quando o assunto é sexo, Roberta também vê vantagens. "Ao contrário dos mais novos, que são mais egoístas e costumam forçar a barra, os maduros se preocupam mais com seu prazer", diz.

Tirando as discussões sexuais, que comportam interpretações comportamentais, há um assunto que nada tem a ver com a excitação da vida a dois e que costuma ser resolvido por casais em que homens e mulheres possuem a mesma idade. São os filhos. Quando a mulher é mais velha e tem um parceiro mais novo, a estatística trabalha contra o surgimento de um bebê, fruto de uma relação tardia. A chance de uma mulher engravidar cai a partir dos 27 anos, quando o processo de envelhecimento dos óvulos começa a se acentuar. Aos 30 anos, a cada relação sexual em período fértil, o índice de gravidez é de 18%. Essa taxa cai para 5% na faixa dos 40. Já para as mais novas, envolvidas com homens mais velhos, a questão pode ser a relutância do marido. Em geral, a maioria vem de outros casamentos e não quer mais saber de ter filhos.


fonte: veja especial homem outubro 2003
http://veja.abril.com.br/especiais/homem_2003/p_052.html

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Seu soutien à mostra... e na moda...

Transparências... peças de renda e seda... sensuais por natureza e vem ganhando mais destaque nas ruas e prometem ficar ainda mais populares durante o verão.

Para quem ama uma lingerie linda pode aproveitar para deixar a sua à mostra. Mas, para isso, todo cuidado é pouco, o resultado deve ser elegante ou despojado, e nunca vulgar.

Você pode optar por regatas com a cava grande, que deixam apenas a lateral do soutien aparente, ou ombros caídos, que mostram as alças trabalhas em rendas, peças com um decote frontal discreto que mostram os detalhes da bordas dos bojos. Camisas de seda comportadas com alguns botões aberto, também podem ficar interessantes com um soutien em renda escura ou corselet ou espartilho por baixo. As roupas devem sempre ser larguinhas, para que o resultado seja sutil. E equilibre o resto da produção.


Vale lembrar que o soutien não é o protagonista, ele deve ser um detalhe gracioso. E lingerie à mostra deve ser usada em situações informais, por mais discreta que a produção seja. Também vale evitar: top frente única + soutien tradicional com a alça à mostra; alças de silicone transparente ou alças bordadas e muito coloridas. Deixe de lado os detalhes frontais, que cobrem o colo e a combinação soutien colorido + blusa justíssima e decotada. 

Veja alguns exemplos:




 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mulheres... por Luis Fernando Veríssimo


Existem várias lendas sobre a origem da Mulher. 
Uma diz que Deus pôs o primeiro homem a dormir, inaugurando assim a 
anestesia geral, tirou uma de suas costelas e com ela fez a primeira 
mulher. E que a primeira provação de Eva foi cuidar de Adão e agüentar 
o seu mau humor enquanto ele convalescia da operação. 
 
Uma variante desta lenda diz que Deus, com seu prazo para a Criação 
estourado, fez homem às pressas, pensando. Depois eu melhoro", e mais 
tarde, com o tempo, fez um homem mais bem-acabado, que chamou mulher,
que é "melhor" em aramaico. 
 
Outra lenda diz que Deus fez a mulher primeiro, e caprichou nas suas 
formas, e aparou aqui e tirou dali, e com o que sobrou fez o homem só 
para não jogar barro fora. 
 
Zeus teria arrancado a mulher de sua própria cabeça. 
 
Alguns povos nórdicos cultivam o mito da Grande Ursa Olga, origem de 
todas as mulheres do mundo, o que explica o fato das mulheres se enrolarem 
periodicamente em pêlos de animais, cedendo a um incontrolável impulso 
atávico, nem que seja só para experimentar, na loja, e depois quase 
desmaiar com o preço. 
 
Em certas tribos nômades do Meio Oriente ainda se acredita que a 
primeira mulher, foi originariamente um camelo, que na ânsia de servir
seu mestre de todas as maneiras foi se transformando até adquirir sua forma 
atual. 
 
No Extremo Oriente existe a lenda de que as mulheres caem do céu, já de kimono. 
 
E em certas partes do Ocidente persiste a crença de que mulher se 
compra através dos classificados, podendo-se escolher idade, cor da pele
e tipo de massagem. 

Todas estas lendas, claro, têm pouco a ver com a verdade científica. 
 
Hoje se sabe que o Homem é o produto de um processo evolutivo que 
começou com a primeira ameba a sair do mar primeiro, e é o descendente direto 
de uma linha específica de primatas, tendo passado por várias fases até 
atingir o seu estágio atual - e aí encontrar a Mulher, que ninguém 
ainda sabe de onde veio. 
 
É certamente ridículo pensar que as mulheres também descendem de macacos. 
A minha mãe, não! Uma das teses mais aceitáveis sobre o papel da mulher 
na evolução do homem é a de que o primeiro encontro entre os dois se deu
no período paleolítico, quando um homo-sapiens mas não muito, chamado, 
possivelmente, Ugh, saiu para caçar e avistou, sentado numa pedra 
penteando os cabelos, um ser que lhe provocou o seguinte pensamento, em 
linguagem de hoje: "Isso é que é mulher e não aquilo que tenho na caverna". 
 
Ugh aproximou-se da mulher e, naquele seu jeitão, deu a entender que 
queria procriar com ela. "Agh maakgrom grom", ou coisa parecida. A 
mulher olhou-o de cima a baixo e desatou a rir. É preciso lembrar que 
Ugh, embora fosse até bem apessoado pelos padrões da época, era pouco 
mais do que um animal aos olhos da mulher. Tinha a testa estreita e as mandíbulas 
pronunciadas e usava gordura de mamute nos cabelos. A mulher disse 
alguma coisa como "Você não se enxerga, não?" e afastou-se, 
enojada, deixando Ugh desolado. Antes dela desaparecer por completo, 
Ugh ainda gritou: "Espera uns 10 mil anos pra você ver!", e de volta à 
caverna exortou seus companheiros a aprimorarem o processo evolutivo. 
 
Desde então, o objetivo da evolução do homem foi o de proporcionar um 
par à altura para a mulher, para que, vendo o casal, ninguém dissesse
que ela só saía com ele pelo dinheiro, ou para espantar assaltantes. 
 
Se não fosse por aquele encontro fortuito em alguma planície do mundo 
primitivo, o homem ainda seria o mesmo troglodita desleixado e sem 
ambição, interessado apenas em caçar e catar seus piolhos, e um fracasso social. 
 
Mas de onde veio a primeira mulher, já que podemos descartar tanto a 
evolução quanto as fantasias religiosas e mitológicas sobre a criação? 
Inclino-me para a tese da origem extraterrena. A mulher viria (isto é 
pura especulação, claro) de outro planeta. 
 
Venho observando-as durante anos - inclusive casei com uma, para poder 
estudá-las mais de perto - e julgo ter colecionado provas irrefutáveis de 
que elas não são deste mundo. Observei que elas não têm os mesmos 
instintos que nós, e volta e meia são surpreendidas em devaneio, como 
que captando ordens de outra galáxia, embora disfarcem e digam que só 
estavam pensando no jantar. Têm uma lógica completamente diferente da nossa. 
 
Ultimamente têm tentado dissimular sua peculiaridade, assumindo atitudes
masculinas e fazendo coisas, como dirigir grandes empresas e xingar a mãe 
do motorista ao lado, impensáveis há alguns anos, o que só aumenta a 
suspeita de que se trata de uma estratégia para camuflar nossas 
diferenças, que estavam começando a dar na vista. Quando comentamos o 
fato, nos acusam de ser machistas, presos a preconceitos e incapazes de 
reconhecer seus direitos, ou então roçam a nossa nuca com o nariz, 
dizendo coisas como "ioink, ioink" que nos deixam arrepiados e sem argumentos. 
Claramente combinaram isto. 
 
Estão sempre combinando maneiras novas de impedir que se descubra que 
são alienígenas e têm desígnios próprios para a nossa terra. É o que fazem 
quando vão, todas juntas, ao banheiro, sabendo que não podemos ir atrás 
para ouvir. 

Muitas vezes, mesmo na nossa presença, falam uma linguagem incompreensível 
que só elas entendem, obviamente um código para transmitir instruções 
do Planeta Mãe. E têm seus golpes baixos. Seus truques covardes. Seus 
olhos laser, claros ou profundamente escuros, suas bocas. Meu Deus, algumas 
até sardas no nariz. Seus seios, aqueles mísseis inteligentes.
 
Aquela curva suave da coxa quando está chegando no quadril, e a 
Convenção de Genebra não vê isso! E as armas químicas - perfumes,loções,cremes. 
São de uma civilização superior, o que podem nossos tacapes contra os 
seus exércitos de encantos? Breve dominarão o mundo. Breve saberemos o 
que elas querem. 
 
Se depois de sair este artigo eu for encontrado morto com sinais de ter 
sido carinhosamente asfixiado, com um sorriso, minha tese está certa. 
Se nada me acontecer, é sinal de que a tese também está certa, mas elas 
não temem mais o desmascaramento. O que elas querem, afinal? Se a mulher
realmente veio ao mundo para inspirar o homem a melhorar e ser digno 
dela, pode ter chegado à conclusão de que falhou, que este velho
guerreiro nunca tomará jeito. 
 
Continuaremos a ser mulheres com defeito, uma experiência menor num 
planeta inferior. 

O que sugere a possibilidade de que, assim como veio, a mulher está 
pronta a partir, desiludida conosco. E se for isso que elas conspiram 
nos banheiros? 
 
A retirada? Seríamos abandonados à nossa própria estupidez. Elas 
levariam as suas filhas e nos deixariam com caras de Ugh. Posso ver o
fim da nossa espécie. Nossos melhores cientistas abandonando tudo e se
dedicando a intermináveis testes com a costela, depois de desistir da mulher 
sintética. 
 
Como é que se faz uma mulher mesmo???

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O que a lingerie fala...

Descubra mais sobre aquela gata depois que ela tirar a roupa...


Segundo uma pesquisa recente, 79% das mulheres acreditam que comprar lingerie é muito importante para aumentar autoestima, sentir-se poderosa e seduzir. Aos homens cabe a expectativa de tirar a roupa dela e descobrir qual foi a lingerie escolhida.
E agora – além de se deliciar com as milhares de opções – você também pode saber mais sobre a personalidade e atitudes dela – através da roupa íntima. Um infográfico da The Sexy LingerieShop diz que as lingeries podem dizer muito sobre seu relacionamento, vida amorosa e personalidade das gatas. Então, fique esperto com a próxima lingerie que aparecer na sua frente:

A mulher que usa preto é…
* Prática
* Corajosa, forte e ambiciosa
* Tende a ser líder no relacionamento
* Pode esconder as emoções algumas vezes

A mulher que usa branco é…
* Às vezes usa para destacar a beleza natural
* Confiante, calma e séria
* Amorosa e carinhosa
* Tende a ser honesta e lidar bem com as emoções
* Inocente na cama, mas disposta a aprender

A mulher que usa vermelho é…
* Apaixonada e cheia de energia
* Tem consciência da sua energia sexual
* Sabe como agradar no quarto, mas espera reciprocidade
* Pode ser dramática ou carente, mas isso faz parte do seu charme

A mulher que usa azul é…
* Uma romântica de primeira — está sempre em contato com as próprias emoções e adora a ideia de se apaixonar
* Tem um gosto único na moda
* Independente — gosta de se destacar em multidões
* É um pouco de tudo na cama e gosta de carinho após o sexo

fonte: http://clubalfa.abril.com.br/sexo-e-relacionamento/mulheres/a-lingerie-dela-fala/